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Os pequenos e médios varejistas precisam mudar.

Não podemos tapar o sol com a peneira e aceitar que o modelo de gestão e operação dos pequenos é médios varejistas, se não mudarem, não serão impactados com o perfil do novo consumidor, especialmente as pessoas da classe C e D.

Todas as pesquisas confirmam que o aumento do poder aquisitivo e teoricamente o acesso facilitado ao crédito elevaram o potencial deste público, segundo o Instituto Data Popular, o potencial de consumo é de 834 bilhões. O que chama atenção é que 85%, praticamente a maioria, prefere fazer compras no bairro onde reside, muitas vezes em lojas de pequeno e médio tamanho.

Sabemos que este “novo cliente” é muito mais exigente e criterioso, avalia critérios como preço, qualidade, disponibilidade de produto (mix) e claro, um bom atendimento.

Esta mudança pressiona as pequenas e médias redes de varejo a “repensar” sua estratégias e, muitas vezes, adaptar a operação (entenda-se por processos, pessoas e tecnologia) para atender a demanda e crescer.

O problema é que as empresas parecem que ainda não acordaram para oportunidade, o varejista precisa mudar! São poucos os casos com estratégias bem sucedidas para atingirem este público-alvo.

A reestruturação para o crescimento é realmente mais lenta, principalmente quando estamos falando de empresas que operam somente com capital próprio. Estar preparado é um desafio, os gestores tem que reestruturar seus seus setores e áreas, e isso custa caro.

Além disso, existem muitas questões críticas como: abertura de novas filiais, aumento do mix, concessão de crédito e até vender pela internet, já que os números de compras online também impressionam.

Seja qual for a estratégia, o varejista precisa mudar, e a mudança quando bem planejada e executada pode aumentar (e muito) o faturamento e os resultados da empresa.

Por outro lado, atentos a este novo mercado, os fornecedores de tecnologia para os pequenos e médio varejistas estão criando produtos e adaptando seus modelos para atuar nesta nova parcela do mercado, mesmo por que, o dinamismo deste perfil de empresa é muito maior, geralmente os contratos são mais complexos e as alterações frequentes – tentar atender o pequeno com o mesmo modelo dos grandes não funciona.

Como atuamos há anos neste segmento, podemos afirmar que conhecemos muito bem o pequeno e médio varejo e possuímos conhecimento, tecnologia e sistemas para atender os desafios e necessidades com um custo adequado à realidade do segmento, e o principal, contamos com muitos casos de empresas de pequeno é médio porte que adotaram estratégias bem sucedidas para crescer atendendo o novo consumidor.

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